Aqui elas dão show!

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Comissões de frente 2009

A grande e arrebatadora vencedora deste ano foi a Acadêmicos do Salgueiro com o enredo "Tambor"

IMPÉRIO SERRANO
ENREDO: "A lenda das sereias e os mistérios do mar"
CARNAVALESCO: Márcia Lávia
COMPONENTES: 13 masculinos e 1 feminino
NOME DA FANTASIA: "Guardiões netunianos"
O QUE REPRESENTOU: representa os batedores que abrem os caminhos do mar para Netuno e a coroa imperial passarem em todo o seu esplendor. Cinco dos 14 elementos que se locomoverão individualmente em equipamento da marca Segway, integrando a coreografia. A figura central feminina, a “encantadora”, prenuncia a sedução e a alegria da corte engalanada.
INTEGRANTES: Yara Cândida de Araujo Barbosa, Claudio Lopes de Almeida, Antonio José da Silva, Nilson Carvalho da Silva, Anderson Sousa da Silva, Marcelo Neves da Silva, Alex de Jesus Fragoso, Jorge Roberto dos Santos, Emilson Bernardes da Silva, Michael de Souza Nunes, Bruno de Melo Lobo, Morvan Couto Texeira, Fagner Viana, Flavio Antonio de Azeredo. Suplentes: Alexandre Luiz Miranda de Souza, José Carlos Batista Oliveira e Juliano Nunes Pereira.
COREÓGRAFO: João Wlamir
PONTUAÇÃO: 9,8 - 9,9 - 9,7 - 9,8


GRANDE RIO
ENREDO: "Voila, Caxias! Para sempre Liberté, Egalité, Fraternité. Merci beaucoup, Brésil!"
CARNAVALESCO: Cahê Rodrigues
COMPONENTES: 15 homens
NOME DA FANTASIA: "O Carrossel do Mundo"
O QUE REPRESENTOU: “Se em Roma uma Cúria de pompa e luxo cercava o Papa, símbolo-mor do poder espiritual, Luís XIV, como se fora o deus Apolo do poder secular, rodeou-se de uma magnífica corte instalada em Versalhes, nas proximidades de Paris, onde os grandes, a nobreza, os lacaios e os guardas compunham um mundo à parte. Ao todo mais de 20 mil pessoas, disciplinados pela rigorosa etiqueta que impôs, giravam como asteróides em torno dele”. Através de uma fantasia, deu-se a idéia de imortalizar Luís XIV como Rei Sol. Desenharam-na para que ele desfilasse na festa do Carrossel, ocorrida em 1662, uma das muitas que ele gostava de patrocinar aos seus próximos e a gente da corte. Além de um penacho escandaloso encimando o alto da cabeça, raios solares estilizados irradiavam-se do seu pescoço, ombros, punhos, e até do saiote que vestia. Luís XIV gostou tanto da vestimenta que resolveu adotar o sol como emblema do seu reino. Não foi, porém, apenas com tal trivialidade que seu gosto pelo esplendor, pela magnificência e pelo exagero, se satisfez. Luis XIV determinou-se, como astro-rei do poder temporal ocidental, a erigir um cosmo próprio: o Palais du Soleil, a mais deslumbrante construção da Europa na época. É necessário ressaltar que Luis XIV introduziu a dança na corte francesa e criou uma série de nomenclaturas utilizadas na ópera parisiense e em teatros de todo o mundo até os dias atuais: Os Étoiles, cargos principais do balé, assim como os primeiros bailarinos, solistas e corifeus.
“Na comissão de frente da Grande Rio, Luis XIV estará imponente em seu trono, olhando para um dos magníficos espetáculos que ele mesmo produzia, para apresentar-se à corte mostrando sua importância aos demais”, conta Renato Vieira.  Ao todo, formam a Comissão de Frente da G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio 15 componentes, todos homens, entre outros, o ator Guilherme Linhares. Dos 15 componentes, da comissão, 12 estarão usando saiotes giratórios em forma de Sol. De seu trono, que se eleva aos céus de encontro ao astro rei que o batiza, no papel de Luis XIV, o  jovem Bruno Cezário (primeiro bailarino da Ópera de Lyon que retorna ao Brasil depois de sete anos)
COREÓGRAFO: Renato Vieira
PONTUAÇÃO: 9,7 - 10 - 9,9 - 9,9

VILA ISABEL
ENREDO: "Neste palco a folia, é minha Vila que anuncia: "Theatro Municipal - A centenária maravilha"
CARNAVALESCO: Alex de Sousa e Paulo Barros
COMPONENTES: 10 masculinos e 5 femininos
NOME DA FANTASIA: "O Palco dos Sonhos"
O QUE REPRESENTOU:  A importância do PALCO como símbolo mais importante dentro da homenagem ao centenário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ) é o que pretende abordar na Marquês de Sapucaí a comissão de frente da Unidos de Vila Isabel. O Palco do TMRJ é a referência pela qual a classe artística sempre lutou no sentido de haver um espaço que pudesse abrigar o “sonho” de poder se encenar as grandes obras da cultura mundial: óperas, balés e consertos sinfônicos, além de peças teatrais e apresentações de notória relevância.
A Comissão de Frente vem em busca deste sonho, ou seja, de se viabilizar um espaço que pudesse abrigar as apresentações artísticas. Por isto, ela surge em cima de camas que representam simbolicamente o lugar onde iniciamos nossos sonhos, assim como os artistas da antiga Comédia Del Arte, que representavam pelas ruas e lutavam pela viabilização de espaços cênicos que abrigassem o sonho de suas realizações.
Em busca deste ideal, personagens da Comedia Del Arte, viajam nesta aventura carnavalesca para um mundo lúdico, no qual as suas camas transformam-se neste Palco tão desejado. Eles dançam e vibram embalados nesta grande homenagem ao Theatro Municipal. Ao fim desta aventura, eles retornam aos seus leitos embalando seus sonhos nesta homenagem à Vila Isabel, anfitriã desta grande celebração.
COREÓGRAFO: Marcelo Misailidis
PONTUAÇÃO: 10 - 10 - 10 - 10


MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL
ENREDO: "A Mocidade apresenta: Clube Literário - Machado de Assis e Guimarães Rosa... Estrelas da poesia!"
CARNAVALESCO: Claudio Cavalcante
COMPONENTES: 14 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Os Imortais"
O QUE REPRESENTOU: A comissão de frente do G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel mais um ano inova. Entre diversas surpresas está a intensa integração dos componentes da comissão com um tripé especial e com o Abre-Alas da verde e branco de Padre Miguel realizando uma coreografia de grandes proporções, que ainda conta com a participação de um “artista convidado” que evolui com os componentes - o mesmo grupo vencedor dos maiores prêmios do ano passado.
COREÓGRAFO: Fábio de Mello
PONTUAÇÃO:



BEIJA FLOR
ENREDO: "No chuveiro da alegria, quem banha o corpo lava a alma na folia"
CARNAVALESCO: Comissão de carnaval (Alexandre Louzada, Fran Sérgio, Laíla e Ubiratan Silva)
COMPONENTES: 14 masculinos entre eles a travesti Kayka Sabatella
NOME DA FANTASIA:  "A Arte Milenar de Tomar Banho"
O QUE REPRESENTOU: Direto do túnel do tempo, saindo do imaginário para a realidade, um cortejo egípcio transpõe a História e se depara em uma típica cena do cotidiano carioca: um banho de mar nas praias do Rio de Janeiro. Os representantes egípcios se dirigem ao público e saúdam a platéia, de modo exibido. Então, se despem de seus roupões e, com figurinos típicos da moda praia, em tons de azul e branco – cores símbolo da Escola de Samba nilopolitana – encenam uma confraternização deveras popular.
Em um dia propício para um energizante banho de mar, a diversão acontece com direito à cadeira de praia, bola, bóia, guarda-sol, prancha de surf, biquíni de bolinha, coxa de frango assado, picolé, descolorante para pêlos, música e até mesmo paquera com o salva vidas, protagonizando uma cena caracterizada como “farofa carioca”.
INTEGRANTES: Alexandre Santos, Edvaldo, Helder Sátiro, Roberto Rocha, André Luiz, Felipe Braz, Johnny Paulo, Thiago, Denis Gonçalves, Fernando, Kaika Sabatella, Wagner Martins, Douglas Amaral, Hailton Luiz, Paulo. Suplentes: Michel Felipe, Rodrigo Luiz
COREÓGRAFO: Gislaine Cavalcante
PONTUAÇÃO:

UNIDOS DA TIJUCA
ENREDO: "Tijuca 2009: Uma odisséia no espaço"
CARNAVALESCO: Luís Carlos Bruno
COMPONENTES: 15 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Nave Solar e Alienígenas de Luz "
O QUE REPRESENTOU: A Ufologia, para muitos, é a Ciência que estuda os objetos voadores não identificados e a existência de seres extraterrestres. Há inúmeros relatos de pessoas no mundo todo que viram OVNIs ou tiveram contato com ETs. Os ufólogos acreditam que existem seres extraterrenos benévolos e malévolos que percorrem os espaços em suas naves superpotentes e ultradimensionais. O assunto ainda hoje é um tabu, sendo rejeitado pela Ciência oficial.
A Comissão de Frente traz alienígenas de luz que vieram numa espaçonave solar para trazer vibração energética para a Unidos da Tijuca e dar as boas-vindas ao público, convidando todos a embarcarem na divertida odisséia espacial tijucana.
INTEGRANTES: Carlos Eduardo, Diego Braga, Edifranc Alves, Eloir Xavier, Fabricio Negri, Flavio Vieira, Irídio Mendes, João Paulo Fellipe, Leandro Martins, Lucas Maciel, Marcel Anselmé, Mário Beckman, Marcus Théo, Thiago Bravo, Thyago Nascimento. Suplentes: Victor Ciattei e Victor Maia.
COREÓGRAFO: Rodrigo Neri e Priscila Mota
PONTUAÇÃO:

PORTO DA PEDRA
ENREDO: "Não me proíbam de criar, pois preciso curiar! Sou o país do futuro e tenho muito o que inventar!"
CARNAVALESCO: Max Lopes
COMPONENTES: 15 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Os Neurônios"
O QUE REPRESENTOU: As células nervosas que são o princípio de tudo, elas que ativam a curiosidade. Princípio biológico da criação.
COREÓGRAFO: Regina Sauer
PONTUAÇÃO:

SALGUEIRO
ENREDO: "Tambor"
CARNAVALESCO: Renato Lage e Márcia Lávia
COMPONENTES: 15 masculinos
NOME DA FANTASIA: "No princípio era o tambor..."
O QUE REPRESENTOU: Desde as mais remotas eras, num tempo em que ainda não existia o tempo, os homens cultuavam seus deuses. Atribuíam a eles a explicação de fenômenos naturais e feitos heróicos e fantásticos. Tão ancestral quanto o culto aos deuses está o TAMBOR, instrumento de ligação entre o plano terreno e espiritual, mediador entre homens e deuses, elemento de conexão entre passado e futuro. A batida primordial que se fez código, fé e arte. O tambor abre o desfile do Salgueiro trazido por quatorze integrantes que representam uma tribo de homens pré-históricos em um ritual de adoração a um Deus futurista, a quem atribuem o poder sobre a vida e a morte. Da energia emanada pelo Deus, os componentes desenvolvem movimentos que expressam força e vigor. O toque do tambor é a senha para unir passado e futuro, num ritual de evocação que revela o pavilhão salgueirense, escola que possui no tambor a sua mais profunda matriz. E como primeira língua do homem, evoca os nossos sentidos ancestrais. O tambor revela-se como a manifestação viva do coração do universo.
COREÓGRAFO: Hélio Bejane
PONTUAÇÃO:

IMPERATRIZ
ENREDO: "Imperatriz... Só quer mostrar que faz samba também"
CARNAVALESCO: Rosa Magalhães
COMPONENTES: 14 homens
NOME DA FANTASIA: Os Clóvis ou bate bolas"
O QUE REPRESENTOU: Os rapazes vieram vestidos de clóvis, personagens tradicionais das ruas de Ramos durante o carnaval, além de terem o auxílio luxuoso do trem que faz parada no bairro.
COREÓGRAFO: Alex Neoral
PONTUAÇÃO:

PORTELA
ENREDO: "E por falar em amor... Onde anda você?"
CARNAVALESCO: Lane Santana e Jorge Caribé
COMPONENTES: 15 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda"
O QUE REPRESENTOU: Espadas brandem, escudos reluzem sob o sol. Em torno da Távola Redonda, doze cavaleiros juram lealdade à Sua Majestade e prometem sacrificar a própria vida pelo Rei e  manter a integridade do Estado. O Rei, então, lhes explica o significado da Távola. Ela é redonda porque impõe a igualdade entre o monarca e seus defensores e, num diâmetro maior e imaginário, entre estes que estão à sua volta e o povo. Arthur é o herói da Bretanha e desce de seu trono para dar uma demonstração de amor à sua terra e à sua gente. E todos abrem as portas do coração para saudar o público, em nome da Águia da Portela – a mesma que cintila em seus brasões.
Em seus diversos movimentos, os cavaleiros simularão treinamentos para a guerra, saudarão o Rei e se curvarão diante do monarca para receber a merecida condecoração. Afinal, quando depositam escudos e espadas sobre a grande mesa estão informando que a causa maior de um guerreiro é defender a Paz.
A roupa do Rei Arthur foi confeccionada por Tânia Agra, que pertence ao único ateliê de figurinos de dança existente no Brasil. Foi baseada em trajes de época, assim como a vestimenta dos cavaleiros, equipados com malha metálica e protegidos por elmos, botas, escudos e espadas.
O Rei Arthur será representado por Thiago Soares, 1º Bailarino do Royal Ballet de Londres, convidado especialmente para a comissão de frente da Portela. Entre os doze Cavaleiros há um argentino, um norte-americano e um paraguaio, representando a união entre os povos. Além deles, dois escudeiros completam o elenco.
COREÓGRAFO: Jorge Teixeira
PONTUAÇÃO:

MANGUEIRA
ENREDO: "A Mangueira traz os Brasis do Brasil mostrando a formação do povo brasileiro"
CARNAVALESCO: Roberto Szaniecki
COMPONENTES: 6 femininos e 9 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Folclore, pé no chão do Brasil"
O QUE REPRESENTOU: As fantasias da Comissão de Frente marcam as regiões do país através do folclore local divididas em 05 regiões de miscigenação. No seu bailado os integrantes se mesclam, justamente para mostrar este caldeirão étnico que somos. Como curiosidade, usamos as pesquisas do antropólogo Darcy Ribeiro que foi o pioneiro neste tipo de raciocínio sobre o nosso povo, entre elas apresentaremos a Cunhãporanga, o Pajé e o seringueiro(N), Rei e Rainha do Maracatu e o vaqueiro (NE), o Cristão da Cavalhada, a Índia pantaneira e o cantador (CO), Caipira, Sinhazinha e a colombina (SE), o germânico, a eslava e o gaúcho(S). Temos dez bailarinos e cinco acrobatas que se revezam em um carro aparelho que ora é uma rosa dos ventos e em outra fase um mapa étnico brasileiro.
INTEGRANTES: 10 bailarinos: Ana Zgur / Fernanda Paredes (coach) / Bela Coracy / Junior Scapin / Luan Batista / Ghutu Junior / Ricardo Coppola / Marcell / Tatiana Estrella / Thamiris Carvalho.
05 acrobatas: Ana Carolina Nogueira / Diego Gonzalez / Humberto Monteiro / Jonas Sousa / Leju.
04 stand in: Café / Rafael Claverie / Tatiana Gelberger / Valber Neves.
Temos dez bailarinos e cinco acrobatas que se revezam em um carro aparelho que ora é uma rosa dos ventos e em outra fase um mapa étnico brasileiro.
COREÓGRAFO: Janice Botelho
PONTUAÇÃO:

VIRADOURO
ENREDO: "Vira Bahia, pura energia"
CARNAVALESCO: Milton Cunha
COMPONENTES: 14 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Batalha dos combustíveis"
O QUE REPRESENTOU: Representa a grande batalha entre os combustíveis fósseis, antigos, poluidores, não renováveis e o verde combustível da pura energia, o combustível com comprometimento social. Então, dessa batalha, o combustível verde sairá vencedor, símbolo de uma modernidade consciente, que pensa no futuro, que pensa na preservação da ecologia, da biosfera, enfim, os verdes triunfarão sobre os pretos em frente aos julgadores. Os pretos vem acoplados; os sete bailarinos que representam o combustível fóssil vem acoplados a sete dinossauros, sete esqueletos fósseis de dinossauros, que são o ponto de partida para a combustão interna nas camadas de dentro do globo terrestre para a formação dos bolsões de petróleo.
Já os verdes, possuem diáfanas asas com cipós, sementes são roupas artesanais, são roupas feitas uma a uma por uma equipe. Na verdade, tudo começa com Samuel Abrantes e Dona Marlene costureira, passa para o espumeiro Fábio e depois volta para a mão de Samuel Abrantes para ser trabalhado o cristal, strass e, paralelo a tudo isso, temos a equipe do Rossi, de Parintins, que é quem desenvolve a maquinaria dos dinossauros. Além disso, temos Mário Sergio fazendo a iluminação da grande batalha.
COREÓGRAFO: Sérgio Lobato
PONTUAÇÃO:

FONTE: "O Abre Alas" - LIESA

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