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domingo, 16 de dezembro de 2012

ARTIGO: Jaime Arôxa é o novo coreógrafo da comissão de frente da Mocidade


O coreógrafo Jaime Arôxa com a comissão de frente da Mocidade: acrobacias no desfile
O coreógrafo Jaime Arôxa com a comissão de frente da Mocidade: acrobacias no desfile 
Foto: Nina Lima / Extra
A Mocidade Independente de Padre Miguel está em obras novamente. Depois da entrega da nova quadra, uma outra construção foi anunciada: a de passos e acrobacias impactantes em plena Avenida. O projeto é conduzido com elegância por um especialista em pistas (de dança), o coreógrafo Jaime Arôxa, que já morou em Campo Grande e trabalhou levantando casas em Santa Cruz.
A nova empreitada começou há duas semanas. E com jornada de ensaios de segunda a quinta, das 23h às 2h. Na escala constam 20 funcionários, ou melhor, bailarinos de Jaime, além de uma celebridade e cinco pessoas, que serão surpresa para o público.

Passistas da Mocidade
Passistas da Mocidade Foto: Extra / Nina Lima

Dentro do enredo "Eu vou de Mocidade, com samba e Rock in Rio — Por um mundo melhor", o grupo vai fazer passos de gafieira moderna e de "lindy Hop", uma dança negra, dos anos 40, que "simboliza a manifestação dançante que o rock viria a ter".
— O lindy hop é um desafio para o fôlego porque é muito rápida e radical, em termos de acrobacia. Mas o grande efeito da coreografia é uma alegoria. Nela, a gente viaja no tempo e vai para o Rock in Rio — diz Jaime Arôxa, lembrando que seis casais vão desfilar no chão e os demais estarão na alegoria.
Já o carnavalesco Alexandre Louzada conta que há inspiração na música "Chiclete com banana", de Jackson do Pandeiro:
— Há essa mistura na comissão (samba e rock).

Jaime Arôxa com a comissão de frente
Jaime Arôxa com a comissão de frente Foto: Nina Lima / Extra

Namorada e futebol em Campo Grande

Vindo da Mangueira, onde ensaiou a comissão de frente este ano, o coreógrafo Jaime Arôxa volta à Zona Oeste, que o acolheu entre 1979 e 1982, quando chegou de Pernambuco. Na época, com uns 18 anos, hospedou-se na casa dos tios, na Estrada do Mendanha, no sub-bairro Vila Andréia, em Campo Grande.
— Eu trabalhava em umas obras de Santa Cruz. Fazia tudo lá: pintava casa, pregava chão — relata.
Nas horas vagas, Jaime Arôxa também jogava bola em Campo Grande:
— Joguei no time de um diretor do Bamerindus. Fiz dois gols e ele falou: O que você quer de presente? Um teste no seu banco. Fiz o teste e virei bancário — conta Jaime.
A dança, diz ele, veio anos mais tarde.
— Arrumei uma namorada-cliente que me apresentou à Maria Antonieta, uma professora muito famosa. Antes, eu tive uma namorada aqui.

Jaime Arôxa, as passistas da escola e Alexandre Louzada (ao centro)
Jaime Arôxa, as passistas da escola e Alexandre Louzada (ao centro)

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