Aqui elas dão show!

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Comissões de frente 2012 - Grupo Especial RJ

RENASCER DE JACAREPAGUÁ
ENREDO: "O artista da alegria dá o tom da folia!"
CARNAVALESCO: Edson Pereira
COMPONENTES: 7 femininos e 8 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Convite à Alegria nos Matizes da Folia"
O QUE REPRESENTOU: A linguagem do pintor se articula pelas cores. E no caso de Romero Britto, as cores foram também as armas utilizadas para afastar o negro da vida. Nossa comissão de frente pretende espargir as tintas na Avenida anunciando o gênio brasileiro da pop art contemporânea, criador da “arte da alegria”, capaz de curar a alma. Os palhaços – eternos guardiões da alegria e personagens centrais de diversos quadros do artista homenageado – saltam vivos de suas telas para bailar com as cores. Enfim, são os próprios personagens do pintor que o anunciam, banhando de cores a passarela e o Rio de Janeiro. 
Não haveria melhor maneira de receber o homenageado e contar a sua história: um chão banhado de tinta fresca e uma atmosfera de felicidade espontânea. O menino que a tudo fez viver é anunciado pelos seres de sua própria imaginação, lugar em que vivem todas as formas e todas as cores, articuladas pela INSPIRAÇÃO.
A comissão de frente apresenta como elementos cenográficos “latas de tintas, cujo intuito é banhar a 
Sapucaí, colorindo com os sonhos e cores de Romero toda a Avenida. De tais latas de tinta, saem 
bailarinas com figurinos estilizados individuais nas cores de suas respectivas latas, cores estas 
escolhidas por seu apelo vibrante. As bailarinas representam as cores que bailam com a arte ingênua 
e alegre de Romero e se debruçam por suas telas para conduzir emoção. E se bailam com a 
ingenuidade e a alegria de Romero, bailam com aqueles que foram escolhidos como o símbolo 
tradicional da alegria espontânea e ingênua: os palhaços. Em figurinos também adaptados, os 
palhaços de nossa comissão de frente apresentam diferentes modelos de palhaços, cada qual com seu 
traço, relembrando as inúmeras possibilidades criativas de cores e formas. Em sua coreografia, os 
palhaços evocam a origem do artista, demonstrando traços culturais do gestual e da cultura 
pernambucana.
COREÓGRAFO: Alice Arja
PONTUAÇÃO: 9,7 - 9,5 - 9,8 - 9,6

PORTELA
ENREDO: "Bahia: ..E o povo na rua cantando... É feito uma reza, um ritual..."
CARNAVALESCO: Paulo Menezes
COMPONENTES: 7 femininos e 8 masculinos (sendo um deles o ator Milton Gonçalves)
NOME DA FANTASIA: “Quero Vestir as Roupas da Santidade e Mergulhar no Santo dos Santos”
O QUE REPRESENTOU: O sincretismo religioso é a base do trabalho coreográfico da Comissão de Frente para o carnaval 2012. 
Quinze integrantes: quatorze bailarinos representando filhos de santo e o ator Milton Gonçalves como babalorixá dessa comunidade fictícia de Candomblé. Durante o desenvolvimento na Avenida a coreografia além de misturar o ijexá e o samba-de-roda, trás em sua essência: alegria (marca tradicional do povo baiano ) e religiosidade. Acompanha a Comissão um tripé que representa uma igreja. A apresentação para os jurados conduz a uma modificação nesse grupo. Será a marca do sincretismo religioso do povo baiano. Conduzidos pelo babalorixá, os 8 orixás do culto afro surgirão. Isso tudo se dará pelas mãos de Exú, orixá dos caminhos; o orixá mais próximo do homem, que surgirá do meio do povo e será, junto com o babalorixá o condutor de tudo que se segue. O que era antes uma igreja lembrará, em parte, a representação de um altar candomblecista. Oxaguiam, Oxossi, Xangô, Yemanjá, Oxum e Iansã se juntam as filhas de santo, a Exú e ao Babalorixá para saudar a avenida e os jurados e apresentar a Escola. Em seguida surge o elo de ligação entre a Portela e a Bahia, que chega para reverenciar os orixás e pedir licença e proteção dos mesmos para conduzir a viagem da nação portelense as terras baianas! E que sejam abertos os caminhos!  Axé!
Obs.: A escolha dos orixás que participam desta Comissão, foram escolhidos não de forma aleatória, e 
sim através de pesquisas e consultas a alguns babalorixás, entre eles Mãe Carmem, sucessora de Mãe 
Menininha, do Terreiro do Gantois, na Bahia.
COREÓGRAFO: Márcio Moura
PONTUAÇÃO: 9,8 - 9,8 - 9,8 - 10

IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE
ENREDO: “Jorge, Amado Jorge
CARNAVALESCO: Max Lopes
COMPONENTES: 15 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Capitães da Areia"
O QUE REPRESENTOU: Baseado no enredo sobre Jorge Amado, a escola abre seu desfile inspirada em um de seus mais famosos livros "Capitães da Areia". 
O tema principal do livro que é escrito nos anos 30, ainda parece ser atual nos nossos dias de hoje: meninos de rua, abandonados e sozinhos no mundo, que precisam roubar para sobreviverem. Sonhar é a única saída para eles continuarem mantendo a ingenuidade de ser criança. Mesmo os meninos envolvidos no crime e na pobreza, a esperança aparece quando esses pequenos homens se deparam com um grande carrossel e veem que é possível ser feliz voltando e resgatando a alegria. A comissão que Neoral apresenta não se prende a apresentação dos personagens e sim fortalece a ideia de bando de meninos que tem como característica principal a fisicalidade, agilidade, a capoeira e suas as crenças religiosas. 
O carrossel,  que vem como um símbolo de esperança, aparece também como uma metáfora tão 
potente, que de tanto entrarem nos giros contínuos que o brinquedo propicia, eles mesmos fazem os 
meninos voarem e levitarem de alegria.
COREÓGRAFO: Alex Neoral
PONTUAÇÃO: 9,8 - 9,7 - 9,9 - 9,8

MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUEL
ENREDO: “Por Ti, Portinari: Rompendo a tela, a realidade"
CARNAVALESCO: Alexandre Louzada
COMPONENTES: 1 feminino e 14 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Um Esboço, Um Traço"
O QUE REPRESENTOU: Cândido Portinari, pintor modernista brasileiro, produziu obras de temas diversos, com técnicas diferenciadas e teve influência de grandes artistas. Sua admiração pela obra do pintor cubista espanhol Pablo Picasso, modificou seu estilo e pode ser observada na dramaticidade de suas obras, a teatralidade dos gestos, na criação de espaços abstratos, na deformação pronunciada e no embate 
constante entre figura e fundo. O cubismo adotado por Portinari é produzido também por uma espécie de jogo de luzes.  Características que figuram em obras da Série Bíblica - O massacre dos inocentes e As trombetas de Jericó de 1943, e A ressurreição de Lázaro e O pranto de Jeremias de1944 - são exemplos.
Dentre os temas relevantes exploramos a poética pintura nacionalista de Portinari, que revela a influência do imaginário metafísico de figuras diminutas, sem rostos, trabalhadores, anjos, espantalhos, crianças, contrastando com a imensidão da paisagem. Os personagens desse prelúdio representam o esboço e são dramaticamente apresentados pela abstração geométrica, inerente ao contexto cubista, que serve de inspiração para a criação da movimentação coreográfica.   O embate entre figura e fundo supracitado ocorre neste contraste com a paisagem na medida em que os componentes rompem a tela  – a alegoria - e de esboço tornam-se realidade. O esboço que é um delineamento inicial elaborado com o propósito de facilitar uma análise preliminar de uma obra será criado instantaneamente, e ganhará vida através das cores alegres usadas pelo artista. A infância em Brodowski esteve presente em suas telas, e é através da imagem de um menino, representando João Cândido Portinari, que toda magia dessa comissão se estabelece.  Obras como “Meninos com pipas” de 1947 e “Retrato de João Cândido com cavalo” de 1941 inspiraram a narrativa do prelúdio.
O “traço” é um movimento dicotômico. Ao pedir para uma pessoa dar um traço, um risco num papel, ela irá executar voluntariamente uma ação que podemos descrever como: curta, direta, forte e livre. Porém podemos também traçar reflexivamente, uma linha prolongada, flexível, leve e controlada. A movimentação gestual distingue-se pela fragmentação que causa a deformidade cubista, é promovida pelos movimentos rápidos, fortes e diretos, que são caracterizados como ações corporais e correspondem aos fatores do movimento de Tempo, Peso e Espaço.   As posturas adotadas pelo corpo no espaço respeitam os ângulos retos ocasionando formas abstratas e traços pronunciados. As contrações do tronco, ondulações apendiculares e percursos circulares  – fundamentados nas obras em azulejos, como o painel “Conchas e hipocampos” e “Estrelas - do- mar e Peixes” entre 1941 e 1945 - foram interpostos conscientemente para variação da fluência em livre e controlada, em consonância com ações básicas de recolher e espalhar. Através da sistematização dessas oposições podemos alcançar a dramaticidade no movimento. A dinâmica que ora se apresenta direta e forte, ora flexível e leve, a modificação na direção e planos dos gestos, sua extensão e caminho no espaço, irão proporcionar maior qualidade de movimento e expressividade, atingindo a teatralização cênica fundamental ao espetáculo.  Tal dicotomia pode ser apreciada na mais famosa de todas as obras desse artista, os painéis “Guerra e Paz” - entre 1952 e 1956. 
A figura formada pelos componentes da comissão de frente, símbolo do  G.R.E.S. Mocidade é 
também alusiva a primeira manifestação artística de Portinari. Quando aos nove anos colabora com 
outros artistas italianos no restauro da pintura da Igreja de Brodowski, e sob sua responsabilidade 
ficou a pintura das estrelas.  
“Sabem por que eu pinto
tanto menino em gangorra e
balanço? Para botá-los no ar,
feito anjos.”
Candido Portinari
COREÓGRAFO: Renato Vieira
PONTUAÇÃO: 9,6 - 9,7 - 9,9 - 9,9

PORTO DA PEDRA
ENREDO: “Da Seiva Materna ao Equilíbrio da Vida”
CARNAVALESCO: Jaime Cezário
COMPONENTES: 15 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Lactobacilos da Folia"
O QUE REPRESENTOU: É a combinação das bactérias e outros fermentos ao leite... Em transformação para o surgimento do iogurte.
COREÓGRAFO: Regina Sauer
PONTUAÇÃO: 9,5 - 9,7 - 9,9 - 9,8

BEIJA FLOR
ENREDO: “São Luís – O Poema Encantado do Maranhão
CARNAVALESCO: Laila, Fran Sérgio, Ubiratan Silva, Victor Santos e André Cezari
COMPONENTES: 15 masculinos
NOME DA FANTASIA: “A Serpente Encantada e os Guerreiros Tupinambás na Ilha de Upaon-Açu”
O QUE REPRESENTOU: Os índios Tupinambás, que no imaginário europeu, tinham seus corpos revestidos de ouro em pó, segundo a fantástica Lenda do Eldorado, batizaram o seu solo sagrado de Upaon-Açu; o qual esconde em suas entranhas uma lendária e monstruosa serpente que cresce incessantemente. Certo dia, quando a cabeça e a cauda da temerosa criatura encontrarem-se, uma profecia se realizará: a “Ilha Grande” imergirá para sempre, extinguindo a cidade de São Luís do mapa para toda a 
eternidade! Impedir a catástrofe consiste em encontrar uma maneira de evitar a união das extremidades do réptil colossal, mesmo que isso signifique sacrificar a mítica serpente, façanha que só poderá ser realizada pelos poderosos espíritos dos bravos guerreiros Tupinambás, evocados do passado para preservar o futuro.
INTEGRANTES: Alex Rangel, Edvaldo de Oliveira, Paulo Cesar "PC", Anderson Aguiar, Edvaldo Moreira, Paulo Roberto Junior, André Niggas, Hailton Luiz, Roberto, Bruno "Pixote", Michael Martins, Wagner Martins "Professor", Douglas do Amaral, Michel Oliveira, Wanderley Junior "Deral" Suplentes: Elio Santos, Estevão dos Santos e Henrique Oliveira 
COREÓGRAFO: Fábio de Mello
PONTUAÇÃO: 9,7 - 9,9 - 9,8 -10

VILA ISABEL
ENREDO: “Você Semba Lá... Que eu Sambo Cá! O Canto Livre de Angola”
CARNAVALESCO: Rosa Magalhães
COMPONENTES: 5 femininos e 10 masculinos ( Houve um revezamento de elencos, portanto este número variava)
NOME DA FANTASIA: "A Savana Africana"
O QUE REPRESENTOU: Segundo o jesuíta Sandoval (1625), “Os calores e os desertos da África misturavam todas as espécies e raças de animais em redor de poços, criando um ecossistema particular, capaz de engendrar hibridações monstruosas”.
As bestialidades a que falava o escritor eram rinocerontes, leões, hienas, entre outros. E tal estranheza 
também era causada pela cor da pele de seus habitantes.
A Comissão de Frente investe nestas impressões para retratar de modo alegre e divertido, a misteriosa 
vida das Savanas, onde eclodem repentinamente variadas situações, nas quais a luta pela sobrevivência é 
um suspense constante. A Savana está para a vida africana assim como o rinoceronte está para a psicologia humana, podendo ser visto como um símbolo do inconsciente, um universo desconhecido, de feras escondidas, que podem vir à tona, de tudo aquilo que não se tem controle, que tem vida própria, que nos fascina e aterroriza ao mesmo tempo. Composta por 15 componentes em cena, os integrantes dividem variados personagens da savana de 
Angola.
Concepção da Comissão de Frente:
A concepção desenvolvida pela comissão de frente da Vila Isabel concentrou seu olhar na imagem da 
savana africana, local onde habitam feras e animais exóticos num cenário misterioso e fascinante. O heroico povo africano compartilha este mesmo espaço com suas tribos exuberantes, de coragem e determinação única. O Rinoceronte a frente deste  cenário é o símbolo da força brutal e incontrolável que representa a 
natureza desta região e que atraia a atenção dos visitantes que tinham curiosidade à respeito até do gosto 
da sua carne. Muitos artistas desenharam este estranho animal, sendo um dos mais famosos a representação feita por Dürer. A junção destes elementos e personagens como a Savana, os animais e o homem nativo, compõe o quadro de apresentação da Comissão de Frente, cercado de uma atmosfera lúdica, tal qual uma criança imaginaria este cenário, com feras e homens convivendo harmoniosamente o mesmo habitat.
COREÓGRAFO: Marcelo Misailidis
PONTUAÇÃO: 9,9 - 10 - 10 - 10

SÃO CLEMENTE
ENREDO: “Uma Aventura Musical na Sapucaí
CARNAVALESCO: Fábio Ricardo
COMPONENTES: 15 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Os Saltimbancos"
O QUE REPRESENTOU: Evocam-se memórias refazendo a História... Abre-se a cortina amarelo-negra e num bailado coreografado a comissão de frente da São Clemente apresenta sua superprodução: chegam em caravanas, os saltimbancos. O espetáculo destes artistas populares dá boas vindas ao desfile do ‘Teatro Musical Brasileiro’. Numa abertura mágica e reveladora, os saltimbancos brincam de forma irreverente e debochada: cruzam os limites do tempo entre o passado e o presente, saltam, encenam, transformam-se em estátuas humanas, personificam os espíritos dos artistas de todos os tempos e lugares e através de suas energias apresentam a Escola e saúdam o público.
COREÓGRAFO: Claudia Mota
PONTUAÇÃO: 9,6 - 9,6 - 9,7 - 9,7

UNIÃO DA ILHA
ENREDO: “De Londres ao Rio: Era Uma Vez... Uma Ilha".
CARNAVALESCO: Alex de Souza
COMPONENTES: 14 masculinos (entre eles Sorriso, o famoso gari show da Marquês) e 1 feminino (a carnavalesca Maria Augusta)
NOME DA FANTASIA: “DEUS SALVE A ILHA”, é uma paródia carnavalesca aos suntuosos cortejos reais ingleses
O QUE REPRESENTOU: Nossa Ilha se transformará num reino da folia e desfilará sua corte.
Nossa versão faz uma mistura entre o protocolo real britânico e a irreverência carioca, em momentos
inusitados e divertidos que tanto caracterizam nossa escola de samba.
A concepção coreográfica se baseia em estudos e pesquisas na formação militar britânica, bem como
outras. O cortejo será formado por diversos regimentos da guarda real, com elegantes movimentos
sincronizados, que irão a diversos momentos reverenciar o casal real do nosso reino imaginário.
ELEMENTO CENOGRÁFICO: Como apoio cenográfico a comissão de frente contará com um quadripé que tem a função de complementar o conceito coreográfico criado para tal.
COREÓGRAFO: Sérgio Lobato
INTEGRANTES:
GUARDA: André Lucio, André Valim, Edney D' Conti, Fernando Santos, Luiz Fernando Laurito, Leonardo Calvo, Rodrigo Avelar, Bruno Fernandes, João Paulo Machado, Luiz Antonio, Guilherme Gomes, Sandro Fernandes, Levy Leal
REI: Renato Luiz Feliciano Lourenço (Sorriso)
RAINHA: Maria Augusta
SUPLENTE: Michel Leone
PONTUAÇÃO: 10 - 9,8 - 10 - 9,7

SALGUEIRO
ENREDO: “Cordel Branco e Encarnado”
CARNAVALESCO: Renato lage e Márcia Lavia
COMPONENTES: 13 masculinos e 2 femininos
NOME DA FANTASIA: "Caravana Arretada"
O QUE REPRESENTOU: Da Europa medieval ao nordeste do Brasil, a literatura de cordel recebeu diversas contribuições que lhe proporcionaram características de sonho e de encantamento. Inspirados nesse histórico e pelas infinitas possibilidades de unir realidade e ficção que a poesia do cordel permite, a Comissão de Frente do Salgueiro vem promover, entre estas duas épocas tão distintas, uma mistura inusitada e, acima de tudo, bem humorada (uma das características desse gênero literário).
Na Marquês de Sapucaí, a caravana mostra um espetáculo mambembe, como os apresentados nas feiras medievais. Esses irreverentes e alegres artistas podem surgir como heróicos cangaceiros que salvam as jovens e belas donzelas dos perigos. Ou podem ainda se apresentar como dançarinos que misturam ritmos nordestinos com o mais “arretado” samba no pé.
COREÓGRAFO: Hélio Bejani
INTEGRANTES: Alexandre Sylva, Douglas Lima, Flávia de Souza, Matheus Freitas, Alison Moreira Edson (Bibiu) Damazzo, Jhonathan Gomes, Mike Vieira, Fábio Albuquerque, Eri Santos, Marcelo Sylva, Thiago Paixão, Demerson D’Álvaro, Fábio Sant’Anna, Mariana Gomes E Rodrigo Bahiano
PONTUAÇÃO: 10 - 10 - 9,9 - 9,9

MANGUEIRA
ENREDO: “Vou Festejar: Sou Cacique, Sou Mangueira
CARNAVALESCO: Cid Carvalho
COMPONENTES: 10 masculinos (Entre eles os cantores Jorge Aragão, Sereno e Bira) e 4 femininos (entre elas a cantora Beth Carvalho)
NOME DA FANTASIA: ?
O QUE REPRESENTOU: representavam o terreiro de candomblé onde foi fundado o Cacique de Ramos debaixo de uma Tamarineira 
COREÓGRAFO: Jaime Arôxa
PONTUAÇÃO: 9,7 - 9,8 - 9,7 - 10

UNIDOS DA TIJUCA
ENREDO: “O dia em que toda a realeza desembarcou na Avenida para coroar o Rei Luiz do Sertão”
CARNAVALESCO: Paulo Barros
COMPONENTES: 5 femininos e 10 masculinos
NOME DA FANTASIA: "O Rei mandou tocar o fole!"
O QUE REPRESENTOU: Por que coroar Luiz Gonzaga de novo e dessa vez como Rei do Sertão?  É porque ele fez o seu reinado viajando e conquistando seus domínios por todo o país? Andou pelos sertões e cantou a história do povo nordestino e de sua terra revelando o Brasil por inteiro? “O fole sempre foi a vida
desse cantador”. E sua música, incomparável.
Mas o que ele tem de tão especial? Para matar a curiosidade, a Comissão de frente da Tijuca resolve
descobrir: abre a sanfona do mestre “Lua” e liberta a alma do instrumento. Os movimentos do fole,
que Gonzagão descobriu ainda menino, revelam a essência desse artista. São surpreendentes,
mágicos, apaixonantes e fizeram de Gonzagão, Rei! Viva o Rei! Viva o Sertão!
COREÓGRAFO: Priscilla Mota e Rodrigo Negri
PONTUAÇÃO: 10 - 10 - 10 - 10

GRANDE RIO
ENREDO: “Eu Acredito em você! E você?” (Histórias de Superação.
CARNAVALESCO: Cahê Rodrigues
COMPONENTES: 6 femininos e 9 masculinos
NOME DA FANTASIA: "Superando o medo na infância"
O QUE REPRESENTOU: Com a responsabilidade de abrir o desfile da Escola de Samba Acadêmicos do Grande Rio, e ao mesmo tempo de fechar o último dia de desfile, preparamos uma comissão Alegre e que vai lutar para superar seus medos durante o desfile. Para muitos de nós, a superação começa na infância.
Superar o medo do desconhecido e do sobrenatural. É desde criança que também aprendemos a superar as nossas fraquezas, a  vergonha e a nossa timidez, as dificuldades que impedem o nosso caminhar e o receio de demonstrar quem de fato somos. Ainda na infância formamos nossa personalidade e buscamos superar o medo de sermos criticados e não aceito como somos pela sociedade e seus padrões pré-determinados.
O medo de ir dormir, pois o quarto está escuro e o que habita o escuro? Medo do bicho que se esconde em baixo da cama, dentro do armário, debaixo do lençol. Medo dos fantasmas que se formam na nossa mente.  Medo da cama que treme e voa, desce e sobe como vimos naquele filme da televisão.  Medo do monstro que nunca vimos mas temos certeza que ele existe  pois  os nossos pais falaram que se não comêssemos tudo, ele viria nos pegar.
As crianças precisam superar todos os medos que lhe são impostos, medos estes que os adultos
lançam na vida delas pensando que estão corrigindo e as educando, quando na verdade estes medos
podem se estender até a fase adulta e comprometer o seu desenvolvimento e o modo de se relacionar
com outras pessoas.
A Grande Rio vem representando através da coreografia da Comissão de Frente não só todos estes
medos que afligem as crianças, mais também as brincadeiras que as divertem e que fazem parte do
seu universo infantil: amarelinha, pular carniça, uni duni te. Brincadeiras que as distraem e as fazem
esquecer, pelo menos naquele momento, dos seus temores.
Representada por crianças de pijamas, prontas para ir dormir e que trazem consigo suas armas:
travesseiros.  A brincadeira está armada   e, unidos e confiantes no poder de seus super- heróis eles
encontram força para vencer todos os seus medos.
A comissão trás ainda um elemento alegórico que representa uma grande cama que "assombrada"
faz com que as crianças travem um duelo contra as forças do mal. Deste duelo saem vitoriosos e
apresentam nosso pavilhão
COREÓGRAFO: Jorge Teixeira, Saulo Finelon e Henrique Talma
PONTUAÇÃO: 10 -10 -10 -9,9

FONTE: ABRE ALAS - LIESA

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